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VENEZA
Situada na região nordeste da Itália, na região do Vêneto é banhada pelo mar Adriático. Foi construída sobre várias ilhas e tornou-se uma potência comercial a partir do séc.X, no qual sua frota já era uma das maiores da Europae servia de intercâmbio comercial e cultural com o Oriente. O historiador Fernand Braudelclassificou-a como a primeira capital econômica do Capitalismo.
Entre 1140 e 1160, a cidade se tornou uma república e, em 1797, foi tomada por Napoleão. Em 1866, a cidade foi anexada ao reino da Itália
CAMISA 1920 - PRIMEIRO CAMPEÃO - EDIÇÃO COMEMORATIVA
Com apenas 6 anos de vida, o Palestra Itália já escrevia seu nome na história do futebol Paulista. Em 1920, a equipe cumpriu uma excelente campanha e chegou à conquista de seu primeiro título regional. Foram, ao todo, 18 partidas, com 14 vitórias, 2 empates e 2 derrotas. O ataque, infernal, marcou 56 gols. Numa média de mais de 3 gols por jogo. Já a defesa, solida, sofreu apenas 10 gols (média de 0,55 por encontro). O goleiro Primo, o médio direito Bertolini e o centroavante Heitor disputaram todas as partidas. Coube também ao maior goleador palestrino/palmeirense a artilharia do time, com 20 gols.
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CAMISA 1951 - CAMPEÃO MUNDIAL - EDIÇÃO COMEMORATIVA
Edição Comemorativa: 22 de julho de 1951
Palmeiras: Campeão Mundial de Clubes
A tragédia de 16 de julho de 1950, quando o Brasil perdeu a final da Copa do Mundo para o Uruguai em pleno Maracanã, chocou o torcedor brasileiro. Por isso, a CBD – entidade que então comandava o futebol nacional – resolveu, com apoio e aval da FIFA, realizar um torneio que reunisse, em nosso País, oito das maiores equipes do mundo e, claro, o Palmeiras foi um dos convidados.
Para vencer a Copa Rio - ou o I Campeonato Mundial Interclubes, como foi tratada a competição - tinha o Verdão uma equipe muito forte, mas nem isso foi capaz de impedir que, na Primeira Fase, levássemos um susto: fomos goleados pela Juventus/ITA por 4 a 0, em pleno Pacaembu, o que nos relegou a segunda vaga do grupo e nos obrigou a disputar um lugar na decisão com o Vasco/RJ, melhor time da América do Sul naquela época, no Maraca. Já com Fábio Crippa em lugar de Oberdan Cattani, barrado após a humilhante goleada, vencemos o primeiro jogo por 2 a 1 e empatamos o segundo por 0 a 0. E, em ambos, o novo goleiro titular foi o grande destaque.
Por ironia, nosso adversário na final foi a mesma Juventus italiana.
Na primeira decisão, um jogo equilibrado e a vitória por 1 a 0 nos deixaram perto da taça.
22 de julho de 1951. Exatamente um ano e sete dias após a tragédia-mor de toda a história do futebol brasileiro, as amarelas camisas brasileiras tornaram-se as verdes camisas palmeirenses. A Juventus italiana partiu com tudo pra cima e abriu o placar. O gol assustou o Palmeiras, que não conseguiu o empate no primeiro tempo.
Na etapa final, porém, o Verdão foi outro. Logo aos 2 minutos, Rodrigues Tatu empatou, levamos o segundo aos 18 mas, aos 32, Liminha empatou de novo e, então, não só o palmeirense, mas todos os torcedores brasileiros puderam se sentir campeões do mundo.
Confira a ficha da histórica e inesquecível partida:
Data: 22.07.1951; Local: Estádio Mário Filho – Maracanã, no Rio de Janeiro/RJ; Árbitro: Franz Grill/ÁUS; Gols: Praest aos 18 minutos do primeiro tempo. Rodrigues Tatu aos 2, Karl Hansen aos 18 e Liminha aos 32 da etapa final.
Palmeiras/bra: Fábio Crippa; Salvador e Juvenal; Túlio, Luís Villa e Dema; Lima, Ponce de Leon (Canhotinho), Liminha, Jair Rosa Pinto e Rodrigues Tatu. Técnico: Ventura Cambon.
juventus/ita: Viola; Bertucceli e Manente; Mari, Parola e Bizzoto; Muccinelli, Karl Hansen, Boniperti, Johan Hansen e Praest. Técnico: Carver.
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RÉPLICA 1965 “PALMEIRAS É BRASIL” – EDIÇÃO ESPECIAL DE COLECIONADOR!
Não há um clube no futebol brasileiro que tenha sofrido mais perseguições do que o Palestra Itália. Injustamente tachado de estrangeiro à época em que a II Guerra Mundial viveu o seu clímax, teve de mudar o seu nome para Palestra de São Paulo e, posteriormente, para Palmeiras, com o qual se consagrou no cenário futebolístico mundial.
Por isso, nada mais justo do que comemorarmos neste ano o Jubileu de Esmeralda da partida em que nossa equipe representou a Seleção Brasileira. O jogo fez parte das festas de inauguração do Estádio do Mineirão (à época batizado de Minas Gerais) e terminou com a vitória palmeirense/brasileira por 3 a 0.
Justamente no dia em que nosso País comemorava o 143º aniversário de sua Independência, o time outrora classificado como “inimigo da Pátria” trocava suas camisas verdes pelas amarelas e dava um exemplo de brasilidade. Há 40 anos, o Verdão deu a maior prova de nacionalismo de toda a história do futebol brasileiro.
Fabricado pela Ponto Verde, há 10 anos fornecendo produtos exclusivos aos torcedores palmeirenses.
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RÉPLICA 1970 “O TRI QUE ENCANTOU O MUNDO” - Nº10
Campeã mundial em 1958 e em 1962, a Seleção Brasileira já era a sensação do planeta. Por isso, o fiasco da equipe na Copa da Inglaterra, em 1966, deixou o Brasil sob todas as desconfianças possíveis.
Contudo, a safra de jogadores para o certame seguinte era mesmo farta de talento. Durante as Eliminatórias, ficou evidente que as “Feras do Saldanha”, uma alusão ao técnico do time, João Saldanha, iriam mesmo arrebentar. Foram seis vitórias em seis jogos contra Colômbia, Venezuela e Paraguai. Nem mesmo a queda do treinador, já em março de 1970, após um empate por 1 a 1 com o Bangu/RJ, diminuiu o ímpeto da equipe.
Contando com cinco camisas 10 em sua linha ofensiva - Jairzinho, Gérson, Tostão, Pelé e Rivellino - o Brasil manteve na Copa um time sem pontas e sem centroavante, uma opção de Zagallo, o novo técnico. Talvez por isso a equipe tenha chegado ao México desacreditada pela torcida. Mas, ao contrário do que se esperava, foi um passeio. Com exceção da segunda partida, contra a Inglaterra, a Seleção Canarinho não teve nenhuma grande dificuldade para passar pelos seus adversários. Nem mesmo os jogos das quartas-de-final (contra o Peru, dirigido pelo ex-craque brasileiro Didi) e da semifinal (diante do Uruguai, sempre um adversário difícil) nos foram complicados.
Na decisão, diante da Itália, um show brasileiro, que cumpriu o que dizia o refrão da música oficial da Seleção naquela Copa: “Noventa milhões em ação, pra frente, Brasil, salve a Seleção!’
Fabricado pela Ponto Verde, há 10 anos fornecendo produtos exclusivos aos torcedores palmeirenses.
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