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Kit Veneza

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Réplica 1970 “ O Tri que encantou o mundo” - Nº10

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Réplica 1965 “Palmeiras é Brasil” – Edição especial de colecionador!

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Camisa 1920 - Primeiro Titulo - Edição Comemorativa

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Camisa 1951 - Campeão Mundial - Edição Comemorativa

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VENEZA

Situada na região nordeste da Itália, na região do Vêneto é banhada pelo mar Adriático. Foi construída sobre várias ilhas e  tornou-se  uma potência comercial a partir do séc.X, no qual sua frota já era uma das maiores da Europae  servia de  intercâmbio comercial e cultural com o Oriente. O historiador Fernand Braudelclassificou-a como a primeira capital econômica do Capitalismo.

Entre 1140 e 1160, a cidade se tornou uma república e, em 1797, foi tomada por Napoleão. Em 1866, a cidade foi anexada ao reino da Itália

 

CAMISA 1920 - PRIMEIRO CAMPEÃO - EDIÇÃO COMEMORATIVA

Com apenas 6 anos de vida, o Palestra Itália já escrevia seu nome na história do futebol Paulista. Em 1920, a equipe cumpriu uma excelente campanha e chegou à conquista de seu primeiro título regional. Foram, ao todo, 18 partidas, com 14 vitórias, 2 empates e 2 derrotas. O ataque, infernal, marcou 56 gols. Numa média de mais de 3 gols por jogo. Já a defesa, solida, sofreu apenas 10 gols (média de 0,55 por encontro). O goleiro Primo, o médio direito Bertolini e o centroavante Heitor disputaram todas as partidas. Coube também ao maior goleador palestrino/palmeirense a artilharia do time, com 20 gols.

 CARACTERÍSTICAS DO PRODUTO:

  • Produto exclusivo Ponto Verde
  • Camisa na cor verde.
  • Camisa Manga Longa
  • Tecido 100% algodão. Na mesma composição do tecido da época com costura reforçada, fabricado especialmente para Ponto Verde
  • Golas 90% algodão 10% elastano, com aplicação de  termo colante para dar maior firmeza;
  • Na parte frontal esquerda o símbolo PI bordado.
  • Ao lado direito os dizeres “Primeiro Título 19/12/1920” em bordado dourado.
  • Na manga do lado esquerdo os dizeres Bordados de alto padrão feitos eletronicamente;
  • Na manga esquerda os dizeres “Chácara da Floresta Palestra Italia 2 x 1 Paulistano” em dourado, em bordado de alto padrão feitos eletronicamente;

 RECOMENDAÇÕES PARA LAVAGEM

  • Lavar somente com peças de cor semelhante.
  • Usar a máquina de lavar para centrifugar; caso contrário o tecido “sangra” e mancha
  • Não utilizar secadora.
  • Não usar alvejantes.
  • Secar a sombra pendurado em cabide
  • Passar em temperatura máxima de 110º

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CAMISA 1951 - CAMPEÃO MUNDIAL - EDIÇÃO COMEMORATIVA

 

Edição Comemorativa: 22 de julho de 1951

Palmeiras: Campeão Mundial de Clubes

 A tragédia de 16 de julho de 1950, quando o Brasil perdeu a final da Copa do Mundo para o Uruguai em pleno Maracanã, chocou o torcedor brasileiro. Por isso, a CBD – entidade que então comandava o futebol nacional – resolveu, com apoio e aval da FIFA, realizar um torneio que reunisse, em nosso País, oito das maiores equipes do mundo e, claro, o Palmeiras foi um dos convidados.

Para vencer a Copa Rio - ou o I Campeonato Mundial Interclubes, como foi tratada a competição - tinha o Verdão uma equipe muito forte, mas nem isso foi capaz de impedir que, na Primeira Fase, levássemos um susto: fomos goleados pela Juventus/ITA por 4 a 0, em pleno Pacaembu, o que nos relegou a segunda vaga do grupo e nos obrigou a disputar um lugar na decisão com o Vasco/RJ, melhor time da América do Sul naquela época, no Maraca. Já com Fábio Crippa em lugar de Oberdan Cattani, barrado após a humilhante goleada, vencemos o primeiro jogo por 2 a 1 e empatamos o segundo por 0 a 0. E, em ambos, o novo goleiro titular foi o grande destaque.

Por ironia, nosso adversário na final foi a mesma Juventus italiana.

Na primeira decisão, um jogo equilibrado e a vitória por 1 a 0 nos deixaram perto da taça.

22 de julho de 1951. Exatamente um ano e sete dias após a tragédia-mor de toda a história do futebol brasileiro, as amarelas camisas brasileiras tornaram-se as verdes camisas palmeirenses. A Juventus italiana partiu com tudo pra cima e abriu o placar. O gol assustou o Palmeiras, que não conseguiu o empate no primeiro tempo.

Na etapa final, porém, o Verdão foi outro. Logo aos 2 minutos, Rodrigues Tatu empatou, levamos o segundo aos 18 mas, aos 32, Liminha empatou de novo e, então, não só o palmeirense, mas todos os torcedores brasileiros puderam se sentir campeões do mundo.

Confira a ficha da histórica e inesquecível partida:

Data: 22.07.1951; Local: Estádio Mário Filho – Maracanã, no Rio de Janeiro/RJ; Árbitro: Franz Grill/ÁUS; Gols: Praest aos 18 minutos do primeiro tempo. Rodrigues Tatu aos 2, Karl Hansen aos 18 e Liminha aos 32 da etapa final.

Palmeiras/bra: Fábio Crippa; Salvador e Juvenal; Túlio, Luís Villa e Dema; Lima, Ponce de Leon (Canhotinho), Liminha, Jair Rosa Pinto e Rodrigues Tatu. Técnico: Ventura Cambon.

juventus/ita: Viola; Bertucceli e Manente; Mari, Parola e Bizzoto; Muccinelli, Karl Hansen, Boniperti, Johan Hansen e Praest. Técnico: Carver.

 

 CARACTERÍSTICAS DO PRODUTO:

  • Produto exclusivo Ponto Verde
  • Camisa na cor verde.
  • Tecido 100% algodão. Na mesma composição do tecido da época com costura reforçada, fabricado especialmente para Ponto Verde.
  • Golas 90% algodão 10% elastano, com costuras reforçadas.
  • Na parte frontal esquerda bordado o Símbolo P em branco e a data comemorativa em dourado.
  • Bordados de alto padrão feitos eletronicamente;
  • Na manga esquerda o placar do jogo em bordado de alto padrão na cor dourado.
  • Gola modelo V.
  • Números nas costas, na cor Branca, recortado a laser, com acabamento em fio dourado.
  • Abaixo do número os dizeres “Campeão Mundial” em bordado dourado.

 

RECOMENDAÇÕES PARA LAVAGEM

  • Lavar somente com peças de cor semelhante.
  • Usar a máquina de lavar para centrifugar; caso contrário o tecido “sangra” e mancha
  • Não utilizar secadora.
  • Não usar alvejantes.
  • Secar a sombra pendurado em cabide
  • Passar em temperatura máxima de 110º

 INFORMAÇÕES ADICIONAIS:

Acompanha Card Exclusivo de alta qualidade, com a foto da seleção, história do título, placares da campanha, elenco e ficha técnica.

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RÉPLICA 1965 “PALMEIRAS É BRASIL” – EDIÇÃO ESPECIAL DE COLECIONADOR!

 

Não há um clube no futebol brasileiro que tenha sofrido mais perseguições do que o Palestra Itália. Injustamente tachado de estrangeiro à época em que a II Guerra Mundial viveu o seu clímax, teve de mudar o seu nome para Palestra de São Paulo e, posteriormente, para Palmeiras, com o qual se consagrou no cenário futebolístico mundial.

Por isso, nada mais justo do que comemorarmos neste ano o Jubileu de Esmeralda da partida em que nossa equipe representou a Seleção Brasileira. O jogo fez parte das festas de inauguração do Estádio do Mineirão (à época batizado de Minas Gerais) e terminou com a vitória palmeirense/brasileira por 3 a 0.

Justamente no dia em que nosso País comemorava o 143º aniversário de sua Independên­cia, o time outrora classificado como “inimigo da Pátria” trocava suas camisas verdes pelas amarelas e dava um exemplo de brasilidade. Há 40 anos, o Verdão deu a maior prova de nacionalismo de toda a história do futebol brasileiro.

Fabricado pela Ponto Verde, há 10 anos fornecendo produtos exclusivos aos torcedores palmeirenses.

CARACTERÍSTICAS DO PRODUTO

  • Camisa na cor amarela com detalhem em verde, Seleção Brasileira 1965; onde Palmeiras jogou com uniforme do Brasil.
  • Camisa 100% algodão. Na mesma composição do tecido da época com costura reforçada;
  • Golas 90% algodão 10% elastano, com aplicação de  termo colante para dar maior firmeza;
  • Na parte frontal esquerda o brasão da CDB
  • Ao lado direito os dizeres Palmeiras é Brasil e data do jogo 07/09/1965 na cor verde.
  • Bordados de alto padrão feitos eletronicamente;
  • O tecido utilizado é o mesmo da época.
  • Na manga esquerda os dizeres Inauguração do Mineirão Brasil 3 x 0 Uruguai, na cor verde, em bordado de alto padrão feitos eletronicamente;

 RECOMENDAÇÕES PARA LAVAGEM

  • Lavar somente com peças de cor semelhante.
  • Usar a máquina de lavar para centrifugar; caso contrário o tecido “sangra” e mancha
  • Não utilizar secadora.
  • Não usar alvejantes.
  • Secar a sombra pindurado em cabide
  • Passar em temperatura máxima de 110º

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RÉPLICA 1970 “O TRI QUE ENCANTOU O MUNDO” - Nº10

Campeã mundial em 1958 e em 1962, a Seleção Brasileira já era a sensação do planeta. Por isso, o fiasco da equipe na Copa da Inglaterra, em 1966, deixou o Brasil sob todas as desconfianças possíveis.

               Contudo, a safra de jogadores para o certame seguinte era mesmo farta de talento. Durante as Eliminatórias, ficou evidente que as “Feras do Saldanha”, uma alusão ao técnico do time, João Saldanha, iriam mesmo arrebentar. Foram seis vitórias em seis jogos contra Colômbia, Venezuela e Paraguai. Nem mesmo a queda do treinador, já em março de 1970, após um empate por 1 a 1 com o Bangu/RJ, diminuiu o ímpeto da equipe.

               Contando com cinco camisas 10 em sua linha ofensiva - Jairzinho, Gérson, Tostão, Pelé e Rivellino - o Brasil manteve na Copa um time sem pontas e sem centroavante, uma opção de Zagallo, o novo técnico. Talvez por isso a equipe tenha chegado ao México desacreditada pela torcida. Mas, ao contrário do que se esperava, foi um passeio. Com exceção da segunda partida, contra a Inglaterra, a Seleção Canarinho não teve nenhuma grande dificuldade para passar pelos seus adversários. Nem mesmo os jogos das quartas-de-final (contra o Peru, dirigido pelo ex-craque brasileiro Didi) e da semifinal (diante do Uruguai, sempre um adversário difícil) nos foram complicados.

               Na decisão, diante da Itália, um show brasileiro, que cumpriu o que dizia o refrão da música oficial da Seleção naquela Copa: “Noventa milhões em ação, pra frente, Brasil, salve a Seleção!’

Fabricado pela Ponto Verde, há 10 anos fornecendo produtos exclusivos aos torcedores palmeirenses.

 

CARACTERÍSTICAS DO PRODUTO

  • Camisa na cor amarela (100% algodão), com detalhes de punho e gola na cor verde (com 90%  algodão e 10% elastano).
  • Na parte frontal esquerda, possui o brasão da CBD, antiga Confederação Brasileira de Desportos  com as três estrelas dos títulos em bordado de alto padrão.
  • Costura reforçada em toda a camisa.
  • Gola careca.
  • Números nas costas, na cor verde, recortado a laser, com acabamento reforçado.
  • Disponibilidade dos números 9 (Tostão) e 10 (Pelé) nas costas.

 

RECOMENDAÇÕES PARA LAVAGEM

  • Lavar somente com peças de cor semelhante.
  • Usar a máquina de lavar para centrifugar; caso contrário o tecido “sangra” e mancha.
  • Não utilizar secadora.
  • Não usar alvejantes.
  • Secar a sombra pindurado em cabide.
  • Passar em temperatura máxima de 110º.

 

INFORMAÇÕES ADICIONAIS
Acompanha Card Exclusivo de alta qualidade, com a foto da seleção, história do título, placares da campanha, elenco e ficha técnica da grande final.

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