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ASSIS
Assis fica na província de Peruggia, na região da Umbria. Esta é a cidade natal de São Franciso de Assis, santo protetor dos animais, e a visita à basílica é obrigatória, com os incríveis afrescos de Giotto. A igreja de Santa Clara, também é bem interessante, fundadora da ordem das Clarissas, é uma das localidades cristãs mais universalmente conhecidas e freqüentadas pelos peregrinos
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CAMISA 1951 - CAMPEÃO MUNDIAL - EDIÇÃO COMEMORATIVA
Edição Comemorativa: 22 de julho de 1951
Palmeiras: Campeão Mundial de Clubes
A tragédia de 16 de julho de 1950, quando o Brasil perdeu a final da Copa do Mundo para o Uruguai em pleno Maracanã, chocou o torcedor brasileiro. Por isso, a CBD – entidade que então comandava o futebol nacional – resolveu, com apoio e aval da FIFA, realizar um torneio que reunisse, em nosso País, oito das maiores equipes do mundo e, claro, o Palmeiras foi um dos convidados.
Para vencer a Copa Rio - ou o I Campeonato Mundial Interclubes, como foi tratada a competição - tinha o Verdão uma equipe muito forte, mas nem isso foi capaz de impedir que, na Primeira Fase, levássemos um susto: fomos goleados pela Juventus/ITA por 4 a 0, em pleno Pacaembu, o que nos relegou a segunda vaga do grupo e nos obrigou a disputar um lugar na decisão com o Vasco/RJ, melhor time da América do Sul naquela época, no Maraca. Já com Fábio Crippa em lugar de Oberdan Cattani, barrado após a humilhante goleada, vencemos o primeiro jogo por 2 a 1 e empatamos o segundo por 0 a 0. E, em ambos, o novo goleiro titular foi o grande destaque.
Por ironia, nosso adversário na final foi a mesma Juventus italiana.
Na primeira decisão, um jogo equilibrado e a vitória por 1 a 0 nos deixaram perto da taça.
22 de julho de 1951. Exatamente um ano e sete dias após a tragédia-mor de toda a história do futebol brasileiro, as amarelas camisas brasileiras tornaram-se as verdes camisas palmeirenses. A Juventus italiana partiu com tudo pra cima e abriu o placar. O gol assustou o Palmeiras, que não conseguiu o empate no primeiro tempo.
Na etapa final, porém, o Verdão foi outro. Logo aos 2 minutos, Rodrigues Tatu empatou, levamos o segundo aos 18 mas, aos 32, Liminha empatou de novo e, então, não só o palmeirense, mas todos os torcedores brasileiros puderam se sentir campeões do mundo.
Confira a ficha da histórica e inesquecível partida:
Data: 22.07.1951; Local: Estádio Mário Filho – Maracanã, no Rio de Janeiro/RJ; Árbitro: Franz Grill/ÁUS; Gols: Praest aos 18 minutos do primeiro tempo. Rodrigues Tatu aos 2, Karl Hansen aos 18 e Liminha aos 32 da etapa final.
Palmeiras/bra: Fábio Crippa; Salvador e Juvenal; Túlio, Luís Villa e Dema; Lima, Ponce de Leon (Canhotinho), Liminha, Jair Rosa Pinto e Rodrigues Tatu. Técnico: Ventura Cambon.
juventus/ita: Viola; Bertucceli e Manente; Mari, Parola e Bizzoto; Muccinelli, Karl Hansen, Boniperti, Johan Hansen e Praest. Técnico: Carver.
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RÉPLICA 1970 “O TRI QUE ENCANTOU O MUNDO” - Nº10
Campeã mundial em 1958 e em 1962, a Seleção Brasileira já era a sensação do planeta. Por isso, o fiasco da equipe na Copa da Inglaterra, em 1966, deixou o Brasil sob todas as desconfianças possíveis.
Contudo, a safra de jogadores para o certame seguinte era mesmo farta de talento. Durante as Eliminatórias, ficou evidente que as “Feras do Saldanha”, uma alusão ao técnico do time, João Saldanha, iriam mesmo arrebentar. Foram seis vitórias em seis jogos contra Colômbia, Venezuela e Paraguai. Nem mesmo a queda do treinador, já em março de 1970, após um empate por 1 a 1 com o Bangu/RJ, diminuiu o ímpeto da equipe.
Contando com cinco camisas 10 em sua linha ofensiva - Jairzinho, Gérson, Tostão, Pelé e Rivellino - o Brasil manteve na Copa um time sem pontas e sem centroavante, uma opção de Zagallo, o novo técnico. Talvez por isso a equipe tenha chegado ao México desacreditada pela torcida. Mas, ao contrário do que se esperava, foi um passeio. Com exceção da segunda partida, contra a Inglaterra, a Seleção Canarinho não teve nenhuma grande dificuldade para passar pelos seus adversários. Nem mesmo os jogos das quartas-de-final (contra o Peru, dirigido pelo ex-craque brasileiro Didi) e da semifinal (diante do Uruguai, sempre um adversário difícil) nos foram complicados.
Na decisão, diante da Itália, um show brasileiro, que cumpriu o que dizia o refrão da música oficial da Seleção naquela Copa: “Noventa milhões em ação, pra frente, Brasil, salve a Seleção!’
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